Pular para o conteúdo principal

Encapando uma prancheta

Encapando uma prancheta

Olá galera, hoje a postagem é inspirada num trabalho da artista e amiga Mari Rodrigues (clique aqui para conhecer), onde ela ensina a encapar uma prancheta com tecido. 

Recortes de revistas em quadrinhos

Só que aqui usei recortes de revistas em quadrinhos (lembrando que não sou artesão, isto foi apenas uma divertida tentativa).


Como encapar uma prancheta

Material

Vamos lá: o material é bem barato, você vai precisar de cola (pode ser escolar), pincel ou rolinho para aplicar a cola, tesoura, revista de quadrinhos, verniz acrílico para acabamento e (é claro) a prancheta, rsrsrs. 

O ideal é escolher um modelo em que seja possível retirar a parte metálica (não foi o meu caso).

Como fazer

Daí é só aplicar a cola na prancheta e ir colando os recortes dos quadrinhos. Após a colagem das imagens (espere secar), pode-se usar uma caneta piloto para definir o contorno dos quadrinhos.


Como encapara uma prancheta

Só alegria

Depois de tudo seco, para impermeabilizar e dar um acabamento aplique uma fina camada de verniz acrílico brilhante. Pronto, agora é só alegria. 

Inspiração

Curtiram? Então os aplausos vão todos para a Mari Rodrigues que inspirou a postagem, rsrsrsrs. Abraços, saúde e paz interior.


Comentários

  1. Ficou bem legal! abraços,linda semana,chica

    ResponderExcluir
  2. Muito Bacana esta aula e o bom que pode ser usada para cobrir outros objetos e moveis!

    ResponderExcluir
  3. Interessante...Ficou alegre e muito bonito, Milton. Parabéns pela ideia. Beijos e muita paz!!!

    ResponderExcluir
  4. Dizer que adorei é pouco, ficou linda demais. Super bacana!
    Que bom que minha prancheta serviu de inspiração e obrigada por me citar na postagem. O texto ficou muito legal e a arte fantástica. Parabéns meu amigo!
    Abraço, Mari.

    ResponderExcluir
  5. Claro que devemos dar os elogios para Mari Rodrigues;
    o apóstolo Paulo também elogia seus co-irmãos e nos deu a instrução em Gálatas capitulo 6.
    Muito bonito de sua parte essa postagem para Mari, parabéns para você também.
    Frtaerno baraço
    Nicinha

    ResponderExcluir
  6. Olha só como está prendado rsrs adorei amigo, gosto muito do blog da Mari, sua prancheta ficou a sua cara! Parabéns! Abraçosss

    ResponderExcluir
  7. Caro Milton eu fazia isso com as capas do meu caderno no Colegial, colávamos, fotos de filmes, desenhos e mulheres. Essa prancheta ficou muito original. Parabéns! Abraço do Gonçalves.

    ResponderExcluir
  8. Milton, obrigado pela dica, valeu e as instruções são bem clara. Ah, obrigado também pela visita e comentário.
    abraço

    ResponderExcluir

  9. Ficou bem interessante.
    Parabéns pela arte criativa.

    Abraço.


    ResponderExcluir
  10. Gostei da criativa ideia de revestir a prancheta em tema que gostamos, me faz lembrar de um trampo que fiz alguns anos atrás nesse esquema, mas com capa de caderno inutilizado, e para o reaproveitamento do papel, revesti com pedaços de páginas do HQ do Homem-Aranha (revista velha) e montei uma pasta com plásticos para organizar, ficou bem legal.

    Isso aí, criatividade não se tem limite..
    Abraço e vamo que vamu porque a arte não para! =)

    ResponderExcluir
  11. Criatividade é tudo! Parabéns ficou muito bonito! Abraço!

    ResponderExcluir
  12. Ficou muito legal... hoje ainda vi uma postagem dando essa ideia para decorar caixas. Tenho alguns gibis rasgados e faltando páginas, nunca tinha pensado em aproveitá-los dessa maneira.
    http://duasepocas.blogspot.com.br/

    ResponderExcluir
  13. Adorei a sua Criatividade!
    Parabéns! Ficou Lindo!!!
    Um Forte Abraço e uma Maravilhosa Semana
    Andrea

    ResponderExcluir
  14. Aplausos para a Mari, ficou lindo, colorido, criativo.
    Tenha uma semana abençoada. Abraço!

    ResponderExcluir
  15. Amigo, quem foi q disse q vc não é artesão? Eu hein, kkkkk... Ficou perfeito e escolheu uma estampa tudo a ver , adorei! Dps vou conhecer o blog da Mari, eu tb adoro fazer essas artes.
    Abção e fica com Deus

    ResponderExcluir
  16. Ficou muito bom e vou mostrar para um sobrinho que ama histórias em quadrinhos.

    ResponderExcluir
  17. Oi Milton! Muito legal essa ideia,facil e divertida tb!Adorei!bjs e boa semana pra vc,

    ResponderExcluir
  18. Olá Milton,

    Estava rindo aqui, pois somente agora observei que ao lado da barra de comentários está escrito: "é um milagre!"- rsrs- Espirituoso, hein?

    Obrigada pela visita.

    Ótimos dias.

    Abraço.

    ResponderExcluir
  19. Meu amigo Milton, é só usar a criatividade e as coisas logo mudam... Muito bom.

    Abraços

    ResponderExcluir
  20. Parabéns,rsrsr,é assim mesmo que se começa,quero fazer uma decopagem no meu capacete,vai ter que ser o mesmo adesivo que vai no carro,abraço Milton.

    ResponderExcluir
  21. Poxa, ficou bem legal...
    dá pra vc fazer com os seus personagens.. já pensou nisso?

    ResponderExcluir
  22. Olá MiltON,

    Nossa que divertido que ficou hein!
    Meu esposo tem uma velha prancheta mas bem velha mesmo! E ele ainda usa para prender uma papelada... Eu vivo implicando porque esta horrível de ver rsrs! Sabe que vou dar um jeitinho nela? Aposto que ele vai adorar!

    Parabens a inspiradora e a voce pela linda arte. Vou conhecê-la.

    Muito bom passar por aqui!

    Um forte abraço!

    ResponderExcluir
  23. Faala, MIlton!
    Boa ideia essa, hein!
    Me pilhei pra fazer isso na minha.. Só que vou ter que procurar imagens pela internet, não foi recortar minhas Hqs não... auhsasuhsuahsuahasuh

    Abração!

    ResponderExcluir
  24. Olá Milton, certamente que é um prazer estar aqui e conhecer seus trabalhos, gostei muito da prancheta, parece até uns adesivos que estão usando muito agora para cobrir algumas peças das motos, eu acho lindo!!!
    Quanto ao meu trabalho eu uso muito materiais recicláveis,e no ultimo quadro que fiz usei os rolinhos de papel higiênico pintados de preto passa a impressão de que é ferro...
    Adorei estar aqui e com certeza estarei mais vezes para aprender com suas preciosas dicas, obrigada por compartilhar, eu bem sei o quanto é valoroso encontrar dicas assim.
    Beijos
    Joelma

    ResponderExcluir
  25. Ah agora sim! Vou fazer de tudo pra que ele me deixe encapar a velha prancheta, só pra te mostrar numa foto!rsrs

    Obrigada pela visita carinhosa, amigo!

    Abraços

    ResponderExcluir
  26. Obrigadãopelo carinho da presença sempre! Valeu! abraço,chica

    ResponderExcluir
  27. Querido Milton, olha eu aqui com minha Nicinha, ela ficou uma gracinha.
    Vim agradecer de coração pelo presente.
    Deixo um super abraço bem apertadinho para você.
    Bjs
    Nicinha Fernandes

    ResponderExcluir
  28. Interessante. Estou agora mesmmo com uma prancheta ao meu lado e deu vontade de fazer isso!

    Conheci teu blog pelo Duas Épocas. Muito bacana. Seguindo.

    Tb gosto de ilustrações, design, arte em geral.

    Abraço

    ResponderExcluir
  29. Olá!! Eu também te conheci através do blog Duas Épocas!!! Adorei sua prancheta! To com muita vontade de mudar a minha, que é amarela e agora... totalmente sem graça!!! rs!!

    Amo desenhos, ilustrações e leitura... Hoje eu estou voltada para um público infantil, mas sou super fã de tudo que envolve arte.

    Fica com Deus.

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Fique mais um pouco! Veja também:

O sorriso de pedra

O sorriso de pedra Olá amigos, hoje trago uma modesta ilustração que fiz inspirada em um livro que terminei de ler há poucos dias, “O sorriso de pedra”, um romance incomum, ambientado na França do século XVIII. Separados por interesses mesquinhos Nesta obra, Monsenhor Eusébio Sintra, através da psicografia de Valter Turini, narra a história de dois casais que se vêem separados por interesses mesquinhos e fúteis.  Vincent e Céline O primeiro deles, Vincent e Céline, são impedidos de viverem seu grande amor devido a acordos realizados entre os pais cujo objetivo era aumentar a riqueza da família.  Stella e Antonie No decorrer da narrativa conhecemos as personagens Stella (escultora e filha do arquiteto) e Antonie (um tratador dos cavalos do rei), que também têm seu belo caso de amor culminado em terrível tragédia. Imperador Justiniano e a reencarnação O livro ainda faz breve referência ao decreto do imperador Justiniano (do ano de 553), que para ocultar o passa...

Fofoca, mexerico, maledicência...

Fofoca, mexerico, maledicência... Falar e ouvir da vida alheia Já percebeu que algumas vezes temos um impulso quase incontrolável de falar ou ouvir sobre a vida alheia?  E muitas vezes usamos a ‘desculpa’ de que só comentamos sem intenção de prejudicar.  A fofoca como objeto de estudo Pois esse hábito, coloquialmente conhecido como fofoca já foi objeto de estudo científico publicado na revista “Journal of Applied Social Psychology”. Maledicência Para o psicólogo americano Frank McAndrew, a maledicência é parte universal da experiência humana.  Desacreditar a imagem do outro Em sua pesquisa, realizada com 211 pessoas, entre homens e mulheres (dos 17 aos 62 anos), ele aponta que a compulsão de falar da vida alheia está relacionada ao instinto de preservação da espécie, ou seja, para se proteger e assegurar seu espaço, a pessoa procura desacreditar a imagem do outro, que para ela, em determinada situação, pode representar uma ameaça. Não conte para ninguém O ...

Os sinos tocam

Os sinos tocam Animado com a repercussão da postagem do dia 21 de maio (relembre clicando aqui ) onde o pessoal interagiu bastante, contando e indicando as obras literárias que estavam lendo, hoje apresento uma modesta ilustração que produzi inspirada no livro “Os sinos tocam” de Erick, psicografado por Célia Xavier Camargo. Noite de São Bartolomeu O livro ambienta-se à época de Carlos IX, quando ocorreu o trágico episódio que ficou conhecido como “Noite de São Bartolomeu". E narra a trajetória daqueles que participaram de um modo ou de outro deste terrível incidente, sobretudo de Elise, uma simples camponesa que é obrigada a se casar com um rapaz por quem não era apaixonada. Vigilância do pensamento O livro é uma espécie de alerta mostrando a importância da vigilância do nosso pensamento, da nossa sintonia sempre elevada, da prática do bem e principalmente do perdão .  Enfim, as experiências ali relatadas são exemplos para todos que os que vierem a ler esta obra, que...