Pular para o conteúdo principal

Banco de sangue

Banco de sangue

A pedido da Reitoria da Unifenas, elaborei no ano de 2007 um projeto de revitalização para fachada principal do bloco 4 do Hospital Universitário Alzira Velano. 

Novo visual para o bloco

O intento do Reitor era criar um novo visual para o acesso à esta edificação, e também readequar as instalações do Banco de Sangue, deixando-o mais moderno e guarnecido com novos equipamentos.


Banco de Sangue, Hemoterapia

Ambientes mais confortáveis

Na realidade este foi o segundo projeto que elaborei para esta unidade do hospital. Entretanto como desta vez o espaço era maior permitiu o planejamento de ambientes mais confortáveis.


A obra foi iniciada, porém durante sua execução sofreu algumas alterações e não foi realizada em sua totalidade. 

Lamentavelmente a nova fachada também não foi executada. 

Seja doador

Mas aproveitando o tema da postagem “Banco de Sangue” indico a leitura do post sobre o doador voluntário de sangue, que pode ser visto clicando aqui.


Comentários

Fique mais um pouco! Veja também:

O sorriso de pedra

O sorriso de pedra Olá amigos, hoje trago uma modesta ilustração que fiz inspirada em um livro que terminei de ler há poucos dias, “O sorriso de pedra”, um romance incomum, ambientado na França do século XVIII. Separados por interesses mesquinhos Nesta obra, Monsenhor Eusébio Sintra, através da psicografia de Valter Turini, narra a história de dois casais que se vêem separados por interesses mesquinhos e fúteis.  Vincent e Céline O primeiro deles, Vincent e Céline, são impedidos de viverem seu grande amor devido a acordos realizados entre os pais cujo objetivo era aumentar a riqueza da família.  Stella e Antonie No decorrer da narrativa conhecemos as personagens Stella (escultora e filha do arquiteto) e Antonie (um tratador dos cavalos do rei), que também têm seu belo caso de amor culminado em terrível tragédia. Imperador Justiniano e a reencarnação O livro ainda faz breve referência ao decreto do imperador Justiniano (do ano de 553), que para ocultar o passa...

Fofoca, mexerico, maledicência...

Fofoca, mexerico, maledicência... Falar e ouvir da vida alheia Já percebeu que algumas vezes temos um impulso quase incontrolável de falar ou ouvir sobre a vida alheia?  E muitas vezes usamos a ‘desculpa’ de que só comentamos sem intenção de prejudicar.  A fofoca como objeto de estudo Pois esse hábito, coloquialmente conhecido como fofoca já foi objeto de estudo científico publicado na revista “Journal of Applied Social Psychology”. Maledicência Para o psicólogo americano Frank McAndrew, a maledicência é parte universal da experiência humana.  Desacreditar a imagem do outro Em sua pesquisa, realizada com 211 pessoas, entre homens e mulheres (dos 17 aos 62 anos), ele aponta que a compulsão de falar da vida alheia está relacionada ao instinto de preservação da espécie, ou seja, para se proteger e assegurar seu espaço, a pessoa procura desacreditar a imagem do outro, que para ela, em determinada situação, pode representar uma ameaça. Não conte para ninguém O ...

Nem toda ajuda vem do bolso

Nem toda ajuda vem do bolso Olá amigos, vocês já perceberam que muitos de nós imaginam que só podemos ser úteis quando temos dinheiro, bens ou algum tipo de recurso material para oferecer? Claro, viver em uma sociedade marcada por tantas desigualdades nos mostra o quanto a ajuda financeira é importante. E ela faz diferença, sim! Mas… e quando não temos nada material para dar? Será que, nesse momento, deixamos de ser capazes de ajudar? A verdade é que não. Porque todos nós temos algo extremamente valioso: as nossas palavras . O poder silencioso das palavras Quantas vezes subestimamos o poder e o impacto de uma conversa simples?  Há algum tempo, o escritor e palestrante Saulo César , parou no sinal com sua filha e uma pessoa se aproximou vendendo frutas. Ele conta que não estava precisando comprar nada e, naquele momento, também não tinha como ajudar financeiramente. Ainda assim, baixou o vidro, conversou um pouco com o vendedor, perguntou como ele estava, como estava o dia, e desejo...