Pular para o conteúdo principal

Campus 1 Unifenas-BH

Campus 1 Unifenas-BH


Os estudos iniciais para implantação da Unifenas em Belo Horizonte foram traçados em 2001. 


Diversos possíveis projetos

Na ocasião, como não tínhamos um terreno definido, desenvolvemos diversos ‘possíveis’ projetos (clique aqui para ver esta postagem). 


Porém todo este trabalho foi arquivado, já que a universidade adquiriu um imóvel próximo a região da Pampulha; então novos estudos foram elaborados no ano de 2003.


Unifenas BH Campus 1

Primeiro projeto

O primeiro projeto de regularização e adequação, sobretudo na questão de acessibilidade (para entrada na prefeitura) foi planejado pelo arquiteto Luiz Carlos de Almeida. 

Layouts

Eu fiquei responsável pela concepção dos layouts das salas de aulas, secretaria, protocolo, laboratórios de informática e biblioteca (incluindo o detalhamento dos mobiliários). 

Também fiquei encarregado de definir as cores dos ambientes internos do campus.

Versões diferentes

Conforme mencionado em postagens anteriores, os projetos de BH foram os que mais tiveram versões diferentes, principalmente aqueles referentes ao planejamento do CEASC-BH. 

Foi o período em que mais produzi layouts e plantas, além (é claro) do trabalho realizado em alguns finais de semana.

Seja o primeiro a comentar

Fique mais um pouco! Veja também:

O sorriso de pedra

O sorriso de pedra Olá amigos, hoje trago uma modesta ilustração que fiz inspirada em um livro que terminei de ler há poucos dias, “O sorriso de pedra”, um romance incomum, ambientado na França do século XVIII. Separados por interesses mesquinhos Nesta obra, Monsenhor Eusébio Sintra, através da psicografia de Valter Turini, narra a história de dois casais que se vêem separados por interesses mesquinhos e fúteis.  Vincent e Céline O primeiro deles, Vincent e Céline, são impedidos de viverem seu grande amor devido a acordos realizados entre os pais cujo objetivo era aumentar a riqueza da família.  Stella e Antonie No decorrer da narrativa conhecemos as personagens Stella (escultora e filha do arquiteto) e Antonie (um tratador dos cavalos do rei), que também têm seu belo caso de amor culminado em terrível tragédia. Imperador Justiniano e a reencarnação O livro ainda faz breve referência ao decreto do imperador Justiniano (do ano de 553), que para ocultar o passa...

Encapando uma prancheta

Encapando uma prancheta Olá galera, hoje a postagem é inspirada num trabalho da artista e amiga Mari Rodrigues ( clique aqui para conhecer), onde ela ensina a encapar uma prancheta com tecido.  Recortes de revistas em quadrinhos Só que aqui usei recortes de revistas em quadrinhos (lembrando que não sou artesão, isto foi apenas uma divertida tentativa). Material Vamos lá: o material é bem barato, você vai precisar de cola (pode ser escolar), pincel ou rolinho para aplicar a cola, tesoura, revista de quadrinhos, verniz acrílico para acabamento e (é claro) a prancheta, rsrsrs.  O ideal é escolher um modelo em que seja possível retirar a parte metálica (não foi o meu caso). Como fazer Daí é só aplicar a cola na prancheta e ir colando os recortes dos quadrinhos. Após a colagem das imagens (espere secar), pode-se usar uma caneta piloto para definir o contorno dos quadrinhos. Só alegria Depois de tudo seco, para impermeabilizar e dar um acabamento aplique uma fina cam...

Ainda tem alguém aí?

Ainda tem alguém aí? Olá amigos, vocês perceberam que muita gente já decretou a morte dos Blogs? E isto aconteceu quando o primeiro vídeo curto de 15 segundos viralizou nas redes sociais. Diziam alguns "Ninguém mais tem paciência", e outros até previam "O texto morreu". Mas, se você está lendo estas palavras agora, felizmente você acaba de provar que eles estavam errados. O abraço em forma de parágrafo Houve um tempo em que os blogs eram como diários virtuais. A gente escrevia sobre aquela música da nossa banda preferida, que não saía da cabeça. Fazíamos resenhas de filmes e séries, ou postávamos poesias e poemas autorais. Era uma internet mais lenta, mais doce, onde a gente esperava o comentário de um estranho como se fosse uma carta pelo correio. O tempo passou, o mundo acelerou, e o "diário" mudou de casa. Mas algo curioso aconteceu: a gente cansou do barulho. Por que ainda ficamos por aqui? Em um mar de dancinhas e informações que somem em 24 horas, o ...