Pular para o conteúdo principal

Policlínica

Policlínica

O primeiro projeto que desenvolvi para o Hospital Universitário Alzira Velano foi uma clínica de convênios e particulares, a Policlínica, em 1995

Trabalho em equipe

Este trabalho foi feito em equipe com a engenheira Adelina Maria Ramos Pereira (Dedé) e o arquiteto Helder Scalione (na época ainda estagiário do Departamento de Obras), pois eles já tinham um ante-projeto do estabelecimento.

Foto da Policlínica do Hospital Alzira Velano em Alfenas MG. Projeto de Milton Kennedy e equipe (1995)

Circulações independentes

Há três pontos interessantes neste projeto. Um deles é que foram planejadas circulações exclusivas para os médicos terem acesso aos consultórios, evitando a passagem destes pela entrada principal, circulação de pacientes ou sala de espera. 

Domos para iluminação

O outro (idéia do reitor prof Edson) foi a instalação de domos no corredor central, permitindo assim a iluminação natural e a economia de energia elétrica. 

Rampa de ligação ao hospital

Por fim a criação de uma rampa, exclusiva para médicos e pessoal de serviço, para acesso ao corpo do HUAV permitia a rápida comunicação entre estas duas unidades. 

Piso em manta vinílica

Todo piso foi feito em manta vinílica. Em 2002 realizei o projeto de ampliação e revitalização da Policlínica, porém isto é assunto para futura postagem.

Planta baixa da Policlínica do Hospital Alzira Velano em Alfenas MG. Projeto de Milton Kennedy e equipe (1995)

Ficha Técnica:

Clínica de Convênio e Particulares – Policlínica (1995)
Área total: 380,94 m²
Projeto arquitetônico: arquiteto Milton Kennedy Aquino, em equipe com Adelina e Helder
Projeto estrutural: engenheiro Paulo César
Execução: Construtora CPO (Eurípedes Natal e Jacuí)


Seja o primeiro a comentar

Fique mais um pouco! Veja também:

O sorriso de pedra

O sorriso de pedra Olá amigos, hoje trago uma modesta ilustração que fiz inspirada em um livro que terminei de ler há poucos dias, “O sorriso de pedra”, um romance incomum, ambientado na França do século XVIII. Separados por interesses mesquinhos Nesta obra, Monsenhor Eusébio Sintra, através da psicografia de Valter Turini, narra a história de dois casais que se vêem separados por interesses mesquinhos e fúteis.  Vincent e Céline O primeiro deles, Vincent e Céline, são impedidos de viverem seu grande amor devido a acordos realizados entre os pais cujo objetivo era aumentar a riqueza da família.  Stella e Antonie No decorrer da narrativa conhecemos as personagens Stella (escultora e filha do arquiteto) e Antonie (um tratador dos cavalos do rei), que também têm seu belo caso de amor culminado em terrível tragédia. Imperador Justiniano e a reencarnação O livro ainda faz breve referência ao decreto do imperador Justiniano (do ano de 553), que para ocultar o passa...

Antiga Estação Ferroviária de Alfenas

Antiga Estação Ferroviária de Alfenas Saudações amigos, já mencionei em uma outra postagem que uma das formas que encontrei de manter viva a memória de Alfenas foi através da criação de maquetes eletrônicas de antigos casarões da cidade.  E hoje, de modo especial, gostaria de apresentar a imagem que elaborei da antiga Estação Ferroviária de Alfenas. Breve histórico Inaugurada em 1928 a “Estação” prosseguiu operando até 1963 quando o trecho férreo foi extinto; e em meados dos anos setenta esta imponente edificação foi demolida restando somente o armazém que ficava ao seu lado, onde hoje funciona a Casa da Cultura, na atual Praça Amália Engel. Lembranças da infância Devido à escassez e a pouca qualidade das fotos da época, sem a pretensão de ser uma cópia fiel, a imagem que elaborei foi baseada mais em lembranças de minha infância (das poucas vezes em que pude brincar nas ruínas desta histórica construção) do que em pesquisas com metodologias. Viagem no tempo Faço votos...

Academia da Alma: Por que sua Fé Precisa de Treino?

Academia da Alma: Por que sua Fé Precisa de Treino? Olá amigos, hoje quero convidá-los a refletir sobre algo que, mesmo sendo invisível, sustenta tudo dentro da gente. Já notaram que sempre buscamos o emprego ideal, o relacionamento dos sonhos, cuidamos da alimentação e tentamos manter a saúde em dia? E isso são necessidades reais sim. Mas você já sentiu que, mesmo com tudo isso resolvido, ainda sobra um vazio estranho? A verdade é que nós, seres humanos, temos uma necessidade que é a base de todas as outras. E é uma necessidade essencial. Sem ela, a gente pode ter o mundo aos nossos pés e, ainda assim, carregar um sentimento de infelicidade difícil de explicar. Estou falando da fé . Fé: Muito Além de Acreditar no Invisível Quando falamos em fé, muita gente pensa logo em crenças religiosas ou em algo meio infantil, que aceita tudo sem questionar. Mas vamos dar um passo adiante nessa ideia? A fé de que estou falando aqui é uma fé madura . Não é uma crença ingênua que ignora a lógica. Pe...